Na segunda etapa do projeto " Obra e Tempo, Pita Camargo 30 anos", a mostra "Vinte Seis menos Um" segue para Criciúma

Arte com nobre simplicidade

Esculturas de Pita Camargo, que celebra 30
anos de carreira, discutem pele e movimento


NProduções/Divulgação


Três décadas de trabalho dedicadas ao mistério do mármore. No ritmo e no movimento de marretas, martelos, cinzel, furadeiras, roldanas, guindastes e outras ferramentas, o registro do gesto na pedra, a busca de uma totalidade.  O escultor Pita Camargo celebra 30 anos de trajetória com a mostra “Vinte Seis – Menos Um” na Galeria de Arte Octavia Búrigo Gaidzinski, em Criciúma. 

A abertura ocorrerá dia 11 de março, às 20h. Composta de 26 esculturas em mármore e granito, a exposição tem 12 grandes trabalhos, expostos em espaços públicos, ao ar livre, e 13 de médio porte na sala expositiva. Uma será instalada no fundo do mar, 20 anos após a primeira submersão de obra de arte feita pelo artista blumenauense. Em 1993, próximo a Ilha de Galé, em Bombinhas, ele mergulhou uma escultura na reserva biológica Marinha do Arvoredo.

Inserida no projeto Obra e Tempo/Pita Camargo, a mostra prevê um circuito em três etapas. A primeira ocorreu em Blumenau, a segunda será em Criciúma e a terceira, no Museu de Arte de Santa Catarina, em Florianópolis, entre 9 de abril e 25 de maio. A iniciativa conta com o apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte com o Fundo Cultural (Funcultural) e da Prefeitura de Criciúma, por intermédio da Fundação Cultural. 

Pita apresenta uma produção que segue com uma reflexão sobre a arte e o tempo, um tema caro em sua trajetória.  As potencialidades da matéria, o mármore e o granito, exigem olhar apurado e extrema habilidade, além do emprego de ferramentas eficazes. No árduo trabalho da lapidação, além da busca do valor formal, o artista discute questões como o movimento, o vazio, a pele, a negação, a vida – seu valor e sua preservação. “Fonte de desenvolvimento humano, por trabalhar o sensível, a criatividade, a emoção, a arte traz registros, memória em torno de identidade coletiva, aspectos de socialização e de lazer, transforma as pessoas, desperta potencialidades e percepções individuais”, diz o artista que insere no projeto expositivo uma ação educativa. Com encontros e palestras, alunos da rede pública municipal e estadual poderão partilhar conhecimento, discutir sobre o papel social da arte com um enfoque específico sobre estética, escultura e processos criativos.


Breve biografia
Pita Camargo nasceu em abril de 1966, em Blumenau. Morador de Gaspar, o desenhista, gravador e escultor atua desde 1982 no circuito artístico de Santa Catarina com participações sucessivas em mostras individuais, coletivas, leilões, ações corporativas, beneficentes e em eventos de caráter internacional. Em constante aprimoramento, alicerça seu currículo com cursos de renomados, como Maria do Barro, Elvo Benito Damo e José Resende, entre outros.
Dedicado, estuda escultura, modelagem e forma, prática artística que adota com maior dedicação.  Em 2001 realiza uma individual no Museu de Arte de Santa Catarina (Masc) e integra o 1º. Simpósio Internacional de Escultura no Brasil, em Brusque. Criador de murais, monumentos, painéis, com esculturas em espaços públicos de Blumenau, Pomerode, Joinville, Florianópolis, São Paulo e Curitiba, também assina trabalhos instalados em escolas, condomínios particulares e outras instituições. Entre o figurativo e o abstrato, sua produção resulta em riqueza de expressões capazes de tocar os espectadores de diferentes modos.

Serviço

Mostra “Vinte Seis – Menos Um”
Abertura dia 11.3.2014, 20h. Exposição até 31.3.2014, segunda a sexta, 8h às 17h

Galeria de Artes Octavia Búrigo Gaidzinski
Centro Cultural Santos Guglielmi, Parque Centenário, av. Santos Dumont, s/nº, bairro São Luiz, 
Criciúma (SC) (a galeria fica anexa ao Teatro Elias Angeloni)
Tel.: (48) 3431-0153
 Entrada gratuita

Saiba mais: 
http://escultorpitacamargo.blogspot.com.br/
www.criciuma.sc.gov.br

Contatos:
Pita Camargo (47) 9979-7149. 
Assessoria de imprensa   NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@ig.com.br 
Skype: neripedroso Face: Néri Pedroso (48) 9911-9837/3248-4158

Realização:









   

                                                             

Exposição "Vinte e Seis Menos Um" no MAB, em Blumenau











Montagem de exposição de esculturas de grande porte - um trabalho complexo



 

A montagem de uma exposição de esculturas de grande porte exige muito planejamento, uso de materiais, ferramentas, e equipamentos adequados, além de uma equipe capacitada.  
A exposição Vinte Seis - Menos Um, de Pita Camargo, comemorativa aos trinta anos de trajetória, percorrerá nesta primeira fase as cidades de Blumenau, Criciúma e Florianópolis. Cada escultura recebeu acondicionamento adequado, desenvolvido com pallets, estruturas de travamento, barras  e pinos de aço, borrachas de proteção, garantindo a estabilidade no transporte e instalação.
Pita envolve as esculturas prontas para transportar até o galpão coberto

Cada escultura recebe o acondicionamento adequado ao seu tamanho e peso.


Tudo é conferido para garantir a segurança no transporte.

As obras são suspensas por guincho.
Caminhão guincho sendo carregado.
                                     




Caminhão carregado, pronto para seguir para o local da exposição.

No local da exposição, as esculturas são guinchadas do caminhão na locação do projeto expográfico da mostra.

As embalagens são desmontadas.





As embalagens são recolhidas ao atelier para aguardar o final da exposição. 

Pita Camargo comemora 30 anos de dedicação à arte



Pita Camargo celebra 30 anos de trajetória com a mostra “Vinte Seis – Menos Um”. Além de Blumenau, cidade onde nasceu em 1966, Criciúma e Florianópolis recebem suas obras, parte exposta ao ar livre, parte em salas expositivas, e uma instalada no fundo do mar, 20 anos após a primeira submersão de obra feita pelo artista na reserva biológica Marinha do Arvoredo.
O artista estabelece uma reflexão sobre a arte e o tempo, um tema caro em sua trajetória. As potencialidades da matéria, o mármore e o granito, exigem técnica e olhar apurados. No árduo trabalho da lapidação, a busca do valor formal associada a questões como o movimento, o vazio, a pele, a negação, a vida – seu valor e sua preservação.
Inserida no projeto Obra e Tempo/Pita Camargo, a mostra conta com o apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte com o Fundo Cultural (Funcultural) e das prefeituras das cidades envolvidas, por intermédio das fundações culturais.

Mostra “Vinte Seis – Menos Um”
Abertura 7.11.2013, 19h. Visitação até 5.1.2014

Museu de Arte de Blumenau – sala especial - espaço Elfy Eggert e área externa, rua XV de Novembro, 161, centro, Blumenau, tel.: (47) 3381-6176
Saiba mais na Agenda Fundação Cultural de Blumenau


Contatos: Pita Camargo (47) 9979-7149. 
Assessoria de imprensa NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@ig.com.br Skype: neripedroso Face: Néri Pedroso (48) 9911-9837/3248-4158

Instituto Arte na Escola

Jornal de Santa Catarina: Pita Camargo



JORNAL DE SANTA CATARINA - CADERNO VIVER
19/02/2011 N° 12181
CAPA
Pedras para a eternidade

O carro entra pelo portão da casa, no Bairro Bela Vista, em Gaspar, com o barulho das pedras sob os pneus. É o território do artista blumenauense Pita Camargo, que tem como uma de suas formas prediletas de trabalhar o esculpir do mármore:– Gosto de algo que busque a eternidade. As outras coisas se vão, as pedras ficam.Seu ateliê é no jardim, entre palmeiras e o canto dos passarinhos. Segundo o artista, o lugar faz parte da harmonia da forma. A entrada da casa também é um ateliê, onde Pita dá aulas e pretende transformar em escola e galeria. Lá fora, estão sobre algumas mesas as ferramentas para esculpir – máscara, óculos, régua e o onipresente pó que o esculpir das pedras provoca.Ao longo do espaço aberto se espalham pedras em estado puro, altas e largas, obras já finalizadas e em estado de acabamento. O objeto da atual evolução técnica nas obras também está lá: uma ponte móvel com guindaste, rodas e telhado, que permite ao artista movimentar as pedras, que chegam a pesar três toneladas. Lá, seu semblante sério e sua voz grave e firme se mesclam à própria arte. A criação de Pita é visceral, de dentro para fora.– As pessoas me perguntam: tu vive da arte? Não, eu vivo para a arte! – ele exalta. – Porque tudo o que eu ganho, gasto para fazer escultura.Pita Camargo começou aos 11 anos a fazer desenhos, gravura e pintura, mas não se adaptou. Usando o desenho como base, partiu para projetos tridimensionais. Aos 15 anos, fundiu seu primeiro bronze e ali, se encontrou. Na pedra, um detalhe lhe atrai: o peso.Hoje, seu estilo migrou do figurativo para o abstrato.–Antes eu fazia figurativo, por exemplo aquela ali (ele aponta para uma obra com um dorso), é uma mulher, é gostosa. O figurativo é obvio. Hoje, eu prefiro o abstrato, pois ele faz as pessoas pensarem.E, além de toda a complexidade da arte e o peso da pedra, ainda há o peso do trabalho. Pita mora sozinho e trabalha em casa. Todas as manhãs, ele acorda, faz seu café e vai trabalhar. Uma questão de disciplina.


Escolinha de Arte Monteiro Lobato de Blumenau


"Pita Camargo foi a base de nossa Arte/escultura nas pedrascom o tema natureza contemporânea, os alunos fizeram maravilhas, depois de muito trabalho durante 7 sextas feiras seguidas...ufa!!!"

Painel em Mármore e Resina

MAJ - Museu de Arte de Joinville


Arte Educação

Baseando-se na Proposta Triangular de Ana Mae Barbosa, nos PCN's de Santa Catarina e na Proposta Curricular de Balneário Camboriú, a Professora Rozeli Pauletti Amaral, na Escola Presidente Médici, desenvolveu a proposta pedagógica em artes. Os alunos tiveram contato com reproduções de obras de arte de artistas da história universal da arte, com obras autênticas de artistas locais e regionais, leitura das obras de arte, conversa com os artistas, contextualização e produção.
Salas expositivas foram montadas com os resultados das produções dos alunos, instalações, pequisa de materiais e temas. Os artistas locais e regionais convidados foram: Pita Camargo (escultura), Lilian Martins (pintura), Lígia Spernau (pintura).

Aliando teoria à prática

Os alunos das quartas séries das escolas Olímpio Moretto e Belchior, acompanhados da professora de Arte Celina Sansão Spengler, visitaram o atelier do escultor Pita Camargo, no bairro Bela Vista.

http://www.adjorisc.com.br/jornais/jornalmetas/impressa/geral/aliando-teoria-a-pratica-1.58237

Obras em Bronze

Escultura Submersa - BioVida 1



Reserva Biológica "Marinha do Arvoredo" - Bombinhas, Santa Catarina

Obra no molhe da Barra Sul em Balneário Camboriú




Coleção inspirada nas obras de Pita Camargo





FURB/LYCRA Oito alunas do curso de Moda da FURB, de Blumenau, desenvolveram 30 looks elaborados em denim da coleção Megaflex com fio Lycra da Canatiba. A elasticidade do material lhes permitiu ousar na elaboração das peças, que apresentaram aberturas, assimetrias e interferências interessantes nas silhuetas. A inspiração veio da obra de Pita Camargo, por isso, o branco dominou a série. Esta cor predomina nos mármores utilizados pelo escultor catarinense, autor entre outros trabalhos do monumento Marco Inicial de Blumenau e da escultura Homenagem ao Atleta Amador. Os principais elementos da obra do artista – formas geométricas, tridimensionalidade, elementos vazados e o “brilho do mármore” – foram interpretados por Carolini Poli, Emanuella Fuck, Fernanda Marutti, Francielle Bresolin, Janaina Michalck, Josiane Alcântara, Márcia Costa e Simone Passarini.

Monumento em homenagem a enfermagem em São Paulo



O COREN-SP, em 2009, inaugura em São Paulo o CAPE, no edifício Wanda Aguiar Horta.

Na entrada do prédio, o CAPE homenageia a Enfermagem com seu símbolo, uma escultura da lâmpada de mármore branco, feita pelo premiado artista plástico Pita Camargo, de Santa Catarina.

Pita Camargo - Saatchi Gallery

http://www.saatchi-gallery.co.uk/yourgallery/artist_profile/Pita+Camargo/92352.html

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